
Não foi dessa vez que uma equipe se sagrou campeã sem vencer nenhum jogo, me refiro ao Paraguai, que só conheceu empates em sua caminhada até essa final. O favoritismo uruguaio prevaleceu e Diego Forlán voltou a balançar as redes com a camisa celeste após quase um ano de jejum. O título, após dezesseis anos, é o décimo quinto dos uruguaios que finalmente superam a Argentina e se tornam o maior vencedor da Copa América.
O jogo de hoje não preciso falar que foi um passeio uruguaio, e o primeiro gol saiu logo aos onze minutos. No lance, após uma rebatida dentro da área a bola caiu nos pés de Luis Suárez, que ajeitou e chutou com categoria e sem chances de defesa. A estratégia retranqueira do Paraguai não estava dando certo, e a equipe comandada por Gerardo Martino parecia perdida em campo. Aos quarenta e um minutos, Árevalo Rios tomou a bola no campo de ataque e rolou para Diego Forlán ampliar.
Na segunda etapa o Paraguai ainda chegou a tentar diminuir, mas sem o costume de chegar ao ataque, viu suas pretensões de titulo irem embora. Com um adversário entregue em campo, ficou mais fácil para o Uruguai liquidar a fatura. Aos quarenta e quatro minutos, Cavani enxergou Suárez no outro lado do campo, o atacante do Liverpool deu um toquinho de cabeça e abola caiu na medida para Forlán marcar pela segunda vez, o terceiro do jogo.
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